IRONIA
Depois de termos entregado os corpos,
Antes companheiros de intimidades,
À dança fluida da vontade ou da paixão
Depois de termos tocado nos seios
Ou no pene sereno do moreno
Termos inflado paixões
Esmagado corações
Saído pela culatra
De uma arma quente e fria
De aventuras e emoções...
Depois de penetrados pouco a pouco
Nos corações dos amantes
Para dizer-lhes com cautela
: não mais!
Depois...
Afastarmos-nos como estranhos
Quase querendo esquecer a aventura
Em nosso corpo marcada
E em nossa boca denunciada
Depois de tudo isso...
Liberdade?
Antes companheiros de intimidades,
À dança fluida da vontade ou da paixão
Depois de termos tocado nos seios
Ou no pene sereno do moreno
Termos inflado paixões
Esmagado corações
Saído pela culatra
De uma arma quente e fria
De aventuras e emoções...
Depois de penetrados pouco a pouco
Nos corações dos amantes
Para dizer-lhes com cautela
: não mais!
Depois...
Afastarmos-nos como estranhos
Quase querendo esquecer a aventura
Em nosso corpo marcada
E em nossa boca denunciada
Depois de tudo isso...
Liberdade?
Comentários
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O que teria a crítica a ver com minhas poesias?
Muita coisa a ver, eu diria.